Uma visão do que me rodeia
Sempre que escrevo neste blog, será sempre a minha visão pessoal e politica do que se passa á minha volta e no meu dia a dia, nada mais do que isso.
Portalegre

Crisfal
terça-feira, 29 de março de 2011
quinta-feira, 24 de março de 2011
Reunião Publica Junta de Freguesia de Queluz
Na próxima Segunda Feira dia 28 de Março de 2011, pelas 18h30, no edificio sede sito na Rua Conde Almeida Araújo, nº 44 em Queluz, irá realizar-se a Reunião Publica da Junta de Freguesia de Queluz, com a seguinte ordem de trabalhos:
1 - Aprovação da Acta da Reunião Anterior
2 - Informações
3 - Obras da Freguesia
4 - Listagem de Facturação
No início da reunião o público presente poderá intervir colocando as suas questões, por isso a intervenção dos cidadãos é uma maneira de podermos ter uma maior visão do que se passa na nossa freguesia.
1 - Aprovação da Acta da Reunião Anterior
2 - Informações
3 - Obras da Freguesia
4 - Listagem de Facturação
No início da reunião o público presente poderá intervir colocando as suas questões, por isso a intervenção dos cidadãos é uma maneira de podermos ter uma maior visão do que se passa na nossa freguesia.
quarta-feira, 23 de março de 2011
Comemorações do Dia Mundial do Teatro

“À Espera de Gorete”
Um conjunto de vários quadros de comédia, que se localiza entre o absurdo, o non-sense e a parvoíce. Não podendo deixar de assumir a inspiração em obras como “Flying Circus”, dos MonthiPyton ou o “Tal Canal” e “Herman Enciclopédia” de Herman José, este espectáculo afirma-se no entanto, dono de uma originalidade refrescante para o teatro português.Uma sátira ao racismo, ao preconceito, à guerra, à política e à governação. Uma epopeia desde os dinossauros até ao eminente apocalipse. “À Espera de Gorete” é assumidamente uma comédia, mas não é por isso que deixa de provocar fortes emoções no público.
Criação e encenação: Mafalda Santos
Interpretação: Luís Oliveira, Mafalda Santos, Miguel Eloy, Pedro Vieira e Rita Pimentel
Tertúlia de Março - Encontro com Miguel Almeida

Para um melhor conhecimento do autor, passo a escrever uma pequena biografia de Miguel Almeida:
"Miguel Jorge Azevedo de Almeida, é natural de Rãs, Mestrado em Filosofia da Natureza e do Ambiente e Professor de filosofia do Ensino Secundário.
Obras do escritor:
2010 - “Já não se fazem Homens como antigamente”
Trata-se de um livro escrito a quatro mãos, onde o autor participa, juntamente com mais 3 escritores. O conto de Miguel Almeida chama-se “Ele Tomou Viagra, Ela Chamou a Polícia”. Um conto longo, cuja incidência se centra num casal de octogenários, que se vê em situações inimagináveis, tudo porque o personagem principal do conto, num belo dia decide ir comprar Viagra, para ter relações sexuais com a sua mulher.
2010 – “O Templo da Glória Literária – Versão Poética”
É o primeiro livro de poesia do autor. A ideia central que percorre toda esta obra é a de que algures ― talvez na mente de cada um de nós, fruto das leituras que fazemos e guardamos para sempre ― existe um templo, O Templo da Glória Literária.
2010 - “A Cirurgi
a do Prazer – Contos Morais e Sexuais” Trata-se de um livro que contém 21 contos, com personagens que podemos considerar estranhas, mas que apesar de tudo se envolvem em situações bem reais.
2006 - “Um Planeta Ameaçado – A Ciência Perante o Colapso”
É um livro que reproduz a tese de Mestrado que o autor defendeu nesse mesmo ano, no âmbito do seu Mestrado em Filosofia da Natureza e do Ambiente, na Universidade de Lisboa.
Apesar de ter sido publicado em 2006, Um Planeta Ameaçado continua a ser um livro que está bem vivo.
segunda-feira, 21 de março de 2011
Mais uma vez Quinta Nova

Assim coloco aqui o comunicado da Comissão de Freguesia de Queluz do PCP, com o qual estou completamente de acordo;
"Abandono e degradação não são solução - Edifício na Quinta Nova - ao serviço da população!
Confrontados com informações recentes publicadas na imprensa nacional que dão conta do agravamento do estado de degradação do edifício da antiga Junta Autónoma das Estradas na Quinta Nova, em Queluz, a Comissão de Freguesia do PCP exige que o Governo, a Estradas de Portugal, a Câmara Municipal de Sintra e a Junta de Freguesia de Queluz cheguem a acordo para colocar o imóvel ao serviço da população.
O PCP, através dos seus eleitos nos órgãos autárquicos de Queluz, já havia alertado para a vandalização do edifício, bem como das casas dos cantoneiros. Recordamos, ainda, que o imóvel tem apenas cinco anos, e, depois de ter sido abandonado, em 2007, nenhuma solução foi encontrada para o seu aproveitamento.
Não se admite que numa freguesia com tantas carências ao nível dos equipamentos se deixe degradar um edifício novo, pago com o dinheiro dos contribuintes.
A população carece de um espaço para a cultura, lazer e recreio, e o edifício da EP na Quinta Nova, bem como as antigas casas dos funcionários, podiam contribuir para a dinamização destas actividades na nossa freguesia, instalando ali um pólo multifacetado ao serviço de jovens e menos jovens, das associações, grupos , e colectividades locais."
quinta-feira, 10 de março de 2011
Linha de Sintra é publica, não à privatização!

Neste momento encontram-se em curso outros investimentos públicos ou apoiados por Fundos Comunitários, nomeadamente a quadruplicação da via-férrea e a construção da estação de Massamá / Barcarena.
Em simultâneo discute-se em toda a Europa o reforço da mobilidade ferroviária, tendo em ...todos os países da União Europeia crescido o número de passageiros deste meio de transporte, com excepção de Portugal e que a experiência de linha privada existente na Área Metropolitana de Lisboa (Fertagus) apresenta custos mais elevados para o Estado e para os Utentes (sendo o valor por Quilometro cerca do dobro do que custa na CP).
Sabendo também que as experiências europeias de privatização de Caminhos-de-ferro se têm saldado por uma redução da qualidade do serviço prestado, por um aumento generalizado de tarifas e por um aumento dos acidentes (como é o exemplo nas linhas suburbanas de Londres), o que levou o Governo Britânico a nacionalizar as referidas linhas ferroviárias.
BASTA DE AUMENTOS
TRANSPORTE PÚBLICOS SÃO A SOLUÇÃO!!!quarta-feira, 2 de março de 2011
Património de Queluz
Queluz tem ano após ano sido espoliado do seu património por troca por uma construção de betão, sem que os diversos executivos camarários, ao longo destas décadas após o 25 de Abril, não o tenham defendido e sem terem qualquer espécie de preconceito em aprovar verdadeiros crimes urbanísticos, como exemplo poderemos só dar alguns, nomeadamente a urbanização do Casal das Quintelas, os monstros em cima da estação de caminhos de ferro, a destruição do antigo Cinema de Queluz (o nosso piolho), a casa onde viveu Stuart de Carvalhais, construção em cima de leito de cheias, etc.
Será que poderemos esperar que a nossa Câmara Municipal de Sintra seja capaz de defender outros edifícios que existem na freguesia, alguns já começam a apresentar tal estado de ruína que a sua reabilitação deve ficar cara, mas ainda assim deve ser feita. Assim poderemos dar alguns exemplos, nomeadamente, o bairro operário na Av. Da Républica (foto ao lado), o Mirante existente na Cooperativa de habitação da Quinta do Mirante, o moinho existente na Praceta Acácio Barreiros, a Quinta Nova, os armazéns da antiga cooperativa agrícola na rua de Timor, a casa da Águia, o Parque Infantil e o edifício existente no Jardim Conde Almeida Araújo, Os Arcos Reais na zona da antiga cova funda, etc.
Todos os Queluzenses devem exigir que o seu património seja defendido e se as entidades competentes não o fazem, devem junto destas pedir-lhes responsabilidades.
Será que poderemos esperar que a nossa Câmara Municipal de Sintra seja capaz de defender outros edifícios que existem na freguesia, alguns já começam a apresentar tal estado de ruína que a sua reabilitação deve ficar cara, mas ainda assim deve ser feita. Assim poderemos dar alguns exemplos, nomeadamente, o bairro operário na Av. Da Républica (foto ao lado), o Mirante existente na Cooperativa de habitação da Quinta do Mirante, o moinho existente na Praceta Acácio Barreiros, a Quinta Nova, os armazéns da antiga cooperativa agrícola na rua de Timor, a casa da Águia, o Parque Infantil e o edifício existente no Jardim Conde Almeida Araújo, Os Arcos Reais na zona da antiga cova funda, etc.
Todos os Queluzenses devem exigir que o seu património seja defendido e se as entidades competentes não o fazem, devem junto destas pedir-lhes responsabilidades.
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